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Casamento Igualitário

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado domingo, 25 de junho de 2017 Marcadores: , 0 comentários

O plenário do Parlamento Federal alemão aprovou a legalização do casamento entre homossexuais. O projeto foi impulsionado pelos sociais-democrata (SPD) – rompendo o acordo de coalizão com os conservadores da chanceler Angela Merkel –, numa inédita aliança com os Verdes, a Esquerda e o bloco democrata-cristão. A iniciativa, a três meses das eleições gerais, recebeu o aval de 393 deputados. A chanceler (primeira-ministra) Merkel, o líder da bancada democrata-cristã, Wolfgan Kauder, e outros 224 parlamentares conservadores votaram contra o projeto, que concede aos casais do mesmo sexo direitos iguais aos casais heterossexuais, incluindo o direito de adotar filhos. Espera-se que a lei entre em vigor ainda neste ano, fazendo da Alemanha o 24º país do mundo a legalizar o casamento igualitário – que já é uma realidade em nações como o Brasil e os Estados Unidos. Na Europa ainda há vários Estados onde essa opção continua inacessível, como Áustria, Itália e Grécia e algumas nações do Leste Europeu.

O debate sobre o casamento gay ganhou força na Alemanha depois de uma mudança na postura de Merkel sobre o assunto, e tendo o cenário pré-eleitoral como pano de fundo. Durante um evento organizado pela revista feminina Brigitte, nesta segunda-feira, a chanceler causou surpresa ao se distanciar do “não” taxativo do seu bloco partidário CDU/CSU ao casamento gay, uma posição ao qual os eleitores já haviam se acostumado. Em vez disso, ela se declarou aberta a um “voto de consciência” dos deputados. Desde 2001, a Alemanha já permitia uniões civis de pessoas do mesmo sexo, mas sem plena igualdade jurídica e direitos, como a adoção.

No domingo, em seu Congresso extraordinário, o SPD havia qualificado a legalização do matrimônio igualitário como uma condição imprescindível para reeditar sua aliança com os democratas-cristãos de Merkel depois das eleições legislativas de setembro. Além disso, os Verdes e o partido A Esquerda perseguiam há anos a aprovação de um projeto de matrimônio igualitário – algo a que o bloco CDU/CSU sempre se resistiu, e que o SPD tinha deixado de lado para não provocar uma crise no Governo de coalizão. Na terça-feira, o líder do SPD e candidato a chanceler Martin Schulz pediu a palavra a Merkel e solicitou que o casamento igualitário fosse votado imediatamente. Três dias depois, acabou sendo legalizado.

“Para mim, o matrimônio é, segundo nossa Constituição, uma união entre um homem e uma mulher, por isso votei contra o projeto de lei”, afirmou Merkel – que também ocupa uma vaga parlamentar – à imprensa depois da votação. De fato, é assim que consta na Carta Magna alemã, e isso pode servir de justificativa a parte da bancada conservadora para entrar com recurso no Tribunal Constitucional. Entretanto, a chanceler comentou que havia mudado de opinião sobre a adoção por casais do mesmo sexo, à qual antes se opunha, em nome do “bem-estar” dos menores. “Espero que a votação de hoje não só promova o respeito a opiniões diversas como também traga uma maior coesão social e paz”, acrescentou.

As entidades de direitos civis comemoraram a decisão da Alemanha de aprovar o casamento homossexual, ainda que tardiamente – até a católica Irlanda já deu esse passo, há dois anos. Dezenas de pessoas saíram às ruas em Berlim para celebrar o dia histórico. Com bandeiras do arco-íris – ou guarda-chuvas com essas cores, por causa do mau tempo –, um bom número delas se concentrou diante da sede de Governo. Conny e Ramona, que vivem juntas há um ano e meio, também participaram da festa. “Estamos felizes por podermos nos casar, e tudo isto é possível graças ao trabalho que os Verdes fizeram”, comemorava Conny, de 33 anos, especialista em finanças numa empresa de segurança, coberta com a bandeira multicolorida do movimento LGTB+. “Angela Merkel é uma pessoa muito inteligente, e ainda não entendo por que se opõe ao casamento igualitário. Mas é em parte graças a ela que o Bundestag [Câmara de Deputados] o aprovou. Este é um grande dia para a comunidade gay da Alemanha”, disse, feliz por poder finalmente se casar com a companheira Ramona, de 28 anos, uma assistente social que será mãe dentro de cinco meses.

“Após anos de espera e esperanças, as famílias arco-íris na Alemanha receberão agora o mesmo reconhecimento perante a lei. Este é um marco histórico que inspirará ainda mais mudanças para as pessoas LGTB+”, declarou Evelyne Paradis, diretora executiva do ILGA, que agrupa entidades do mundo inteiro. “Isto foi o resultado de anos de persistência, e agora é o momento da Alemanha. O matrimônio igualitário não é o destino final. As pessoas LGBT e suas famílias precisam se sentir seguras e apoiadas em todas as facetas de suas vidas, dentro dos cartórios de registro civil, mas também fora”, acrescentou.

Em pleno 2017, as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo ainda são ilegais em pelo menos 72 países – na maioria deles, a restrição vale apenas para homens, mas em 45 abrange também as lésbicas. Além disso, em 12 dessas nações (ou em partes de seu território) as práticas homossexuais podem ser castigadas com a pena de morte, segundo um relatório da Associação ILGA publicado na segunda-feira. Quatro países – Arábia Saudita, Irã, Iêmen e Sudão –, parte da Somália e 12 Estados da Nigéria preveem a pena capital para essas relações. Agentes não estatais (principalmente o Estado Islâmico) aplicam-na também no Iraque e na Síria. Finalmente, Qatar, Mauritânia, Paquistão e Emirados Árabes Unidos mantêm a possibilidade de aplicá-la, embora não haja indícios de execuções nos últimos anos por causa de relações consensuais em ambiente privado.

(Fonte: Enrique Müller / DW)

Carros Elétricos

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado domingo, 18 de junho de 2017 Marcadores: , , 0 comentários

Faz um ano que o governo alemão introduziu um assim chamado bônus ambiental para fomentar a compra de carros movidos a eletricidade. A iniciativa visava ajudar a alcançar até o ano 2020 a meta de 1 milhão de veículos elétricos circulando nas ruas do país.

Ao que tudo indica, essa meta permanecerá no campo dos sonhos. Em janeiro de 2017, cerca de dois terços dos mais de 45 milhões de carros do país eram movidos a gasolina, e quase um terço, a diesel. Dos restantes 165 mil são híbridos, e apenas 34 mil, elétricos.

O motivo principal para esse cenário é que, apesar do bônus ambiental, quem considere adquirir veículos elétricos na Alemanha logo esbarra numa série de argumentos em contrário. Por um lado, eles são bem mais caros do que os convencionais, e o subsídio estatal apenas reduz essa diferença, mas não a cobre.

Por outro lado, a autonomia limitada dos automóveis elétricos também espanta grande parte dos potenciais compradores. O número de estações de abastecimento continua sendo insuficiente. Uma boa notícia é que, no fim de abril, representantes da indústria automotiva e de Berlim decidiram investir 300 bilhões na expansão da infraestrutura de recarga até 2020.

O ministro dos Transportes, Alexander Dobrindt, calcula que essa soma proporcionará 15 mil novos pontos de abastecimento. Isso parece muito, mas a Federação da Indústria de Energia e Água calcula que a demanda total será de 70 mil estações públicas de recarga, além de 7.100 de recarga rápida. Em meados de 2017, a federação registrava apenas 6.500 estações em todo o país, das quais 230 de recarga rápida.

Milhões de euros à espera

O governo alemão estava disposto a investir seriamente no setor, tendo reservado 600 milhões de euros para os bônus. Mas até o início do ano corrente, só haviam sido apresentados 11.652 requerimentos para carros inteiramente movidos a eletricidade e 8.972 para híbridos plug-in. Isso significa que nos cofres dos bônus ambientais ainda restam mais de 560 milhões de euros, que seguem disponíveis até 30 de junho de 2019.

Assim, a iniciativa governamental pela eletromobilidade não repete a história de sucesso do "bônus de sucateamento", introduzido em 2009 como estratégia de combate à recessão. Na época, chegaram a ser apresentadas por semana 40 mil solicitações para o subsídio que premiava a troca de um veículo antigo por um moderno e mais ecológico.

Entretanto os que optam pelos elétricos na Alemanha recebem outros benefícios, ficando liberados do imposto sobre veículos nos primeiros cinco anos. Os governos municipais também podem vir a abrir pistas de ônibus para eles, assim como suspender certas interdições de trânsito e criar vagas de estacionamento grátis.
Progressão do contingente mundial de carros elétricos entre 2012 e 2016

Associação automotiva otimista

Apesar de tudo, a Associação Alemã da Indústria Automotiva (VDA) se manifesta otimista quanto ao futuro do setor, apostando que a marca de 1 milhão de veículos em circulação será alcançada pouco depois do prazo original.

E o mercado elétrico cresce mais rapidamente do que o mercado automobilístico global: "Até o ano 2020, a indústria automotiva alemã investirá 40 bilhões de euros em métodos de propulsão alternativos. Até lá, o número dos modelos elétricos triplicará, chegando a cerca de 100."

Quanto ao bônus ambiental, embora até agora tenha sido pouco solicitado, ele estaria impulsionando a eletromobilidade, afirma a VDA. Afinal de contas, a percentagem de elétricos entre os novos carros licenciados na Alemanha dobrou nos primeiros meses de 2017, chegando a 1,2%.

Na Noruega, o sonho se transforma em realidade

Enquanto nas estradas alemãs os veículos não poluidores ainda são uma visão rara, a Noruegaestá muito mais adiantada. O país ostenta a maior concentração mundial de carros elétricos em relação ao número de habitantes: de um total de 2,5 milhões de carros, 110 mil (cerca de 4%) trafegam apenas com eletricidade. Na Alemanha, essa proporção é de apenas 0,07%. Em 2016, quase um terço dos automóveis licenciados no país escandinavo era movido a eletricidade.

Entre os motivos por que os noruegueses vêm conseguindo realizar o sonho dos alemães está o fato de no país ser muito mais barato ter um carro elétrico do que um comum. Veículos convencionais são entre 50% e 100% mais caros do que na Alemanha. Além disso, os elétricos são liberados do IVA de 25% e dos impostos de importação e sobre emissões de CO2. Na Noruega, o E-Golf é o modelo mais barato da série Golf da Volkswagen, por exemplo.

Além disso, os noruegueses não pagam o imposto de registro, que normalmente pode chegar a vários milhares de euros. Em várias cidades os automóveis elétricos também estacionam de graça, além de ter livre acesso a estradas com cobrança de pedágio, pistas de ônibus e travessias de barca.

Também o imposto anual é menor do que o cobrado dos com motor a combustão. E a rede de estações de recarga públicas cresce continuamente: oferecendo abastecimento grátis, elas já são atualmente quase 7.500, devendo chegar a 25 mil até 2020.

China também avança

Também na China, a eletromobilidade avança rapidamente: com 400 mil unidades vendidas só em 2016, o maior mercado automobilístico do mundo também é o maior para veículos elétricos.

"O bônus de compra funciona muito bem na China", aponta Jost Wübbeke, do Mercator Institute for China Studies (Merics). E nas metrópoles como Pequim ou Xangai, os compradores de carros elétricos também conseguem uma das cobiçadas licenças muito mais rápido.

"A ampliação da rede de recarga está bem acelerada, e os órgãos públicos também utilizam muitos veículos elétricos", diz Wübbeke, acrescentando que o sistema de ônibus elétricos chinês é exemplar. No entanto, em 2017 os subsídios já foram reduzidos em relação ao ano anterior, e em 2020 deverão ser inteiramente abolidos.

Bolsa Chanceler Alemã

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado domingo, 11 de junho de 2017 Marcadores: , 0 comentários

A apresentação oficial da nova edição da Bolsa Chanceler Alemã para futuros líderes do Brasil acontece esse ano em Porto Alegre no dia 19 de junho e em São Paulo no dia 20 de junho. Durante a ocasião, participantes terão informações sobre a Bolsa Chanceler, que traz vários benefícios aos bolsistas, incluindo ajuda mensal que varia entre 2.150 e 2.750 euros, além da oportunidade de uma reunião com a Chanceler Alemã Angela Merkel

A Bolsa Chanceler Alemã para futuros líderes do Brasil (German Chancellor Fellowship for prospective leaders from Brazil), que chega em sua nova edição (2017/2018), terá esse ano duas apresentações oficiais no Brasil (São Paulo e Porto Alegre).

No dia 20 de junho, a capital paulista será palco dessa apresentação na residência oficial do Cônsul Geral da Alemanha em São Paulo. O momento contará com a participação especial do Cônsul Geral da Alemanha, Axel Zeidler; do Vice-Presidente Executivo da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo e Embaixador do Projeto no Brasil, Thomas Timm; e do representante da Fundação Alexander von Humboldt, Walter Denk, que vem ao Brasil exclusivamente para este momento.

Um dia antes (19 de junho), a apresentação será pela primeira vez em Porto Alegre na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC). Na ocasião estarão presentes o Cônsul Geral da Alemanha de Porto Alegre, Dr. Stefan Traumann; o membro do Comitê de Seleção do Projeto no Brasil e membro da Diretoria da Câmara Brasil-Alemanha, Dr. Christian Roschmann, e o representante da Fundação Alexander von Humboldt, Walter Denk.

As duas apresentações estarão abertas a todos os interessados na Bolsa  Chanceler e é preciso se inscrever antecipadamente para participar do evento (inscrições até dia 16 de junho), que será seguido por um coquetel.  (Número limitado de participantes)

Durante as apresentações em São Paulo e Porto Alegre, os participantes terão acesso a informações sobre o programa “German Chancellor Fellowship”, que é uma oportunidade única para jovens talentos brasileiros, que, além de impulsionarem suas carreiras, recebem incentivo financeiro para capacitação profissional e pessoal na Alemanha, país detentor de importantes e renomadas universidades, tecnologias e mestres. Além disso, o projeto conta com o patrocínio da Chanceler da República Federal da Alemanha, possibilitando, assim, a oportunidade única de apresentarem seus projetos para a Chanceler Alemã Angela Merkel.

O objetivo da Bolsa Chanceler, que já traz um histórico de sucesso em outros países (China, Índia, Rússia e Estados Unidos) e implementado no Brasil desde 2013, é promover pessoas e projetos com investimentos da Alemanha, incentivando o intercâmbio multicultural. No Brasil, essa iniciativa da Fundação Alexander Humboldt, que conta com a parceria da Câmara Brasil-Alemanha, destaca-se a cada ano com número recorde de inscritos. O Brasil desde a edição retrasada (2015/2016) deixa sua marca totalizando mais aplicações que todos os outros países juntos.

A bolsa de estudo da Fundação Alexander Humboldt tem duração de um ano e as inscrições vão até o dia 15 de setembro de 2017. Para mais informações, acesse: www.humboldt-foundation.de/youngleaders   

De olho na Bolsa Chanceler Alemã para futuros líderes

O programa “German Chancellor Fellowship” é destinado a jovens pesquisadores do Brasil, China, Índia, Rússia e Estados Unidos. A iniciativa da Fundação Alexander von Humboldt (AvH) concede ainda os futuros líderes a oportunidade de realizarem um projeto de pesquisa sobre questões mundiais como convidados em cooperação com uma instituição-anfitriã da Alemanha. Com apoio do anfitrião, os bolsistas têm um ano para se concentrarem em seus objetos de estudo. A Bolsa Chanceler contempla várias áreas distintas como Política, Economia, Mídia, Administração ou Cultura.

Todos os requisitos podem ser conferidos no edital da fundação. 

Formação superior completa, fluência em inglês ou em alemão são alguns dos requisitos da bolsa. Outra exigência é a apresentação de uma carta de recomendação de um mentor para a pesquisa, que pode ser de instituição de ensino privada ou pública. A ajuda mensal para os aprovados varia entre 2.150 euros e 2.750 euros, dependendo das qualificações. Cursos adicionais de alemão, suporte para a família acompanhar o bolsista e as despesas com viagem estão previstos na bolsa. 

A Fundação Alexander von Humboldt promove a cooperação acadêmica entre cientistas de excelência e acadêmicos do exterior e da Alemanha por meio de suas bolsas de pesquisa. Informações http://www.humboldt-foundation.de/

Serviço São Paulo
Apresentação da nova edição da German Chancellor Fellowship for prospective leaders from Brazil 
Data: 20 de junho de 2017  
Horário: 19h00
Local:  São Paulo – SP  
Informações e inscrições: (11) 5187-5140 
E-Mail: eventos@ahkbrasil.com. 

Serviço Porto Alegre
Apresentação da nova edição da German Chancellor Fellowship for prospective leaders from Brazil
Data: 19 de junho de 2017  
Horário: 14h00
Local:  PUC Rio Grande do Sul 
Av. Ipiranga, 6.681, – Auditório Prédio 5  – CEP: 90619-900 Porto Alegre / RS
Informações e inscrições: (11) 5187-5140 
E-Mail: eventos@ahkbrasil.com. 

Inscrições até dia 16 de junho | Limite de participantes

(Foto: Bundesregierung / Sandra Steins. Por Ana Paula Calegari)

Oktoberfest São Paulo

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado domingo, 4 de junho de 2017 Marcadores: , , , 0 comentários

Entre os dias 29 de setembro e 08 de outubro, a capital paulista irá celebrar a OKTOBERFEST. Será a primeira edição da festa alemã que entra para o calendário oficial do município. O Anhembi contará com uma estrutura de 23 mil m2 para receber mais de 200 mil pessoas em 10 dias, dispostas a degustar comidas típicas, cerveja, muita música e diversão.

A tradicional festa surgiu na cidade alemã de Munique, há mais de 200 anos, e hoje é comemorada em várias partes do mundo. Os imigrantes que se estabeleceram no sul do Brasil a celebram todos os anos. São Paulo, hoje, é a maior cidade industrial alemã fora daquele país. Portanto, chegou a hora da capital paulista ganhar a sua OKTOBERFEST, homenageando a comunidade germânica e oferecendo à população acesso a essa cultura tão rica.

O Anhembi será totalmente ambientado aos moldes da festa de Munique. O espaço contará com dois palcos para shows e áreas como o Biertent (tenda da cerveja, onde serão servidas variedades da bebida, comidas típicas e apresentações musicais); o Biergarten (mesas ao ar livre e barracas de alimentos, bebidas, produtos variados e um grande palco), e o Bierpark (parque de diversões com roda-gigante, carrossel e diversos brinquedos para adultos e crianças). O evento já conta com o apoio da Mercedes-Benz, a parceria do programa Smiles, e a GOL como companhia aérea oficial em âmbito nacional.

A produção da festa calcula que irá gerar cerca de mil empregos diretos e indiretos. De acordo com a São Paulo Turismo (SPTuris), grandes eventos do segmento de entretenimento também são um ótimo negócio para o turismo. Festas como o Carnaval no Sambódromo do Anhembi, por exemplo, atraem cerca de 20% de pessoas de fora da cidade e mobilizam a economia da capital em torno de R$ 90 milhões, segundo dados do Observatório de Turismo e Eventos de São Paulo, núcleo de pesquisa da empresa municipal. Toda a cadeia turística é movimentada, o que inclui meios de hospedagem, bares, restaurantes, serviços de transporte, lojas e dezenas de outros.

Os ingressos passam a ser vendidos pelo site www.ticket360.com.br a partir de 1º de junho. As entradas custam de R$100 a R$150 reais, com possibilidades de aquisição de camarotes para grupos maiores. Há meia entrada para estudantes e idosos, menores de 14 anos não pagam o ingresso. Haverá esquema especial de transporte público para a população, bem como serviço de shuttle oferecido pela produção do evento.

(Fonte: Brasil Alemanha News)