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Água com Milho...

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado segunda-feira, 28 de dezembro de 2015 Marcadores: , 0 comentários

O Brasil, que hoje é o terceiro maior produtor da bebida no mundo, tem na cerveja a bebida preferida dos mais de 200 milhões de habitantes. Mas, curiosamente, a bebida que é servida por aqui, na grande maioria dos casos, não é cerveja.

A “Reinheitsgebot”, Lei da Pureza da Cerveja, foi promulgada em 23 de abril de 1516 pelo Duque Guilherme IV da Baviera e tinha como objetivo regular a fabricação da bebida em território alemão. O texto era simples, dizia que a cerveja só poderia ser feita com três ingredientes: água, malte de cevada e lúpulo. Até hoje: mais de quinhentos anos depois, a maioria dos cervejeiros alemães ainda segue a receita à risca.

O mesmo não acontece por cá. Grandes marcas nacionais como a Kaiser, Skol, Brahma, Antarctica, Bohemia e Itaipava se aproveitam de uma “brecha” na legislação brasileira para não usarem cevada em suas bebidas. Aqui é permitido que até 45% do malte de cevada seja substituído por outras fontes de carboidratos mais barata. O que entra na garrafa então é milho transgênico, produto que existe em abundância no país e que reduz drasticamente o custo das cervejarias. Nosso país está entre os maiores produtores de transgênicos do mundo; aproximadamente 90% do milho brasileiro é não orgânico.

Para saber do que é feita sua cerveja preferida, basta ler o rótulo da embalagem. Normalmente, a descrição diria: água, malte de cevada e lúpulo, ou água, cevada e lúpulo. No entanto, nas marcas nacionais citadas acima, a composição descrita retira o malte de cevada e inclui a expressão ‘cereais não maltados’. A ‘nova fórmula’ da bebida no Brasil começou a ser posta em prática a partir de 2007, quando o Ministério da Ciência e Tecnologia liberou a comercialização de milho transgênico em território nacional. Esta mudança impede que o consumidor saiba do que realmente é feita a bebida, pois em todos os casos não é especificado que tipo de cereal é utilizado na fabricação da cerveja.

Em 2013, uma pesquisa de cientistas brasileiros da Unicamp, USP e Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi publicada no “Journal of Food Composition and Analysis” (jornal científico internacional com estudos sobre a composição dos alimentos) demonstrando o alto grau de adulteração da cerveja brasileira. O consumidor deve, portanto, pensar bem antes de comprar a cervejinha para o churrasco. O risco de levar gato por lebre é grande.

(Fonte: BlastingNews)

Merkel

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado domingo, 20 de dezembro de 2015 Marcadores: 0 comentários

"Minhas filhas adoram a Merkel, ela pode fazer o que bem entender", escreveu a jornalista Kathrin Spoerr no jornal alemão Die Welt em 2013. "A Merkel não precisa de roupas bonitas", acrescentou a jornalista, lembrando que a chanceler federal "pode até perder seus horários no cabeleireiro". As crianças, entre elas as filhas de Spoerr, já aspiram se tornar chefes de governo. No entanto, apesar de ser uma líder mundial, nunca houve muito debate para saber se Angela Dorothea Merkel – nascida em 1954, casada, sem filhos – seria ou não uma heroína para as adolescentes e mulheres jovens.

A psicóloga alemã Thekla Morgenroth, de 29 anos, concluiu recentemente seu doutorado na Universidade de Exeter sobre modelos de comportamento e estereótipos de gênero. Para que as pessoas sejam consideradas exemplos a serem seguidos, elas precisam surtir um efeito psicológico positivo nas outras, diz Morgenroth.

Segundo a pesquisadora, elas precisam preencher dois critérios cruciais: "A pessoa em questão tem que representar algo que eu queira alcançar e eu tenho que ser capaz de acreditar que posso ser como aquela pessoa. O sucesso dela precisa ser atingível para mim, ou seja, a similaridade é um fator importante. Isso pode se referir à cor da pele, ao gênero ou à condição social", explica.

 Sucesso atingível? Similaridade? Quando se fala na primeira mulher a ocupar o cargo de chefe de governo da Alemanha – uma mulher que vem guiando (ou pelo menos codirigindo) o destino da Europa por vários anos – isso está além de qualquer expectativa. Apesar disso, ou talvez exatamente por isso, estudantes alemães (homens e mulheres) nomearam Angela Merkel como o maior exemplo a ser seguido, depois de seus pais, amigos e cônjuges. Isso em uma pesquisa realizada em 2014 pela empresa de auditoria e contabilidade Ernst & Young.

Morgenroth diz que especialmente as mulheres jovens podem aprender algumas coisas com Merkel: "Ela aperfeiçoou a arte de aparições assertivas e competentes em público, sem ser, ao mesmo tempo, autoritária ou agressiva. Para muitas mulheres em posição de liderança, esse é um caminho na corda bamba".

A pesquisadora está convencida de que a presença neutra em termos de gênero de Merkel é a razão de seu sucesso. "Para uma mulher que está constantemente exposta ao olhar público, Merkel raramente foi escrutinada em função de sua aparência nos últimos anos", aponta a pesquisadora. "Acredito que isso dê a ela um apelo maior como exemplo a ser seguido do que a muitas outras mulheres que ocupam altos cargos". O fato de Merkel ter conseguido permanecer no cargo por dez anos, completa Morgenroth, "prova também que as mulheres podem alcançar qualquer coisa e que obstáculos como preconceitos e discriminação podem ser vencidos".

A escritora e ativista online Anne Wizorek, 34 anos, gostaria de admirar Merkel: "Ela é uma mulher em posição de poder e vem do Leste alemão, onde cresceu. Mas eu, pessoalmente, não a considero um exemplo a ser seguido". Wizorek defende uma abordagem mais moderna do feminismo. Em 2013, ela recebeu o conceituado Prêmio Grimme Online, por ter lançado a campanha #Aufschrei (Grito), endereçada ao assédio e à violência sexuais, movimento que rapidamente se disseminou internacionalmente.

 Quando se trata de política de gênero, Merkel mantém-se longe de controvérsias – seja o assunto a implementação de uma cota feminina nos altos escalões das empresas alemãs, a abolição de receita obrigatória para a pílula do dia seguinte ou a legalização do casamento homoafetivo. Além disso, seu papel como mulher raramente vem à tona. "Ninguém pergunta à premiê a respeito de seu equilíbrio entre suas vidas profissional e pessoal", diz Wizorek. "As pessoas simplesmente esperam que essas pessoas trabalhem 24 horas por dia, sete dias na semana. Não vamos esquecer que Merkel só está em condições de exercer essa atividade porque não tem preocupações em conciliar o ônus do trabalho com os cuidados de algum membro dependente na família", conclui a escritora.

Embora Wizorek reconheça a importância, para as futuras gerações, do fato de uma mulher exercer o cargo de chefe de governo do país, ela afirma que a própria Merkel não sedimentou nenhum terreno para isso: "Ela acabou nesta posição porque cumpriu com a maioria das exigências neste sistema de poder. Você pode dar a ela o crédito por isso, mas, de um ponto de vista feminista, esse sistema é precisamente o que precisa ser mudado".

Para algumas mulheres, especialmente aquelas que não simpatizam com a conservadora União Democrata Cristã, o partido da premiê, Merkel só demonstrou recentemente qualidades dignas de emulação. "Em minha opinião, a crise dos refugiados foi o primeiro assunto no qual Merkel deu mostras de perseverança", diz Nora-Vanessa Wohlert, de 31 anos, cofundadora da Edition F, uma comunidade profissional online voltada para jovens mulheres. "Esta foi a primeira vez que a considerei um exemplo a ser seguido", fala Wohlert.

Embora nunca tenha votado nos democrata-cristãos ou achado a agenda política de Merkel especialmente clara, Wohlert costumava admirar as habilidades democráticas de Merkel. E aprecia também a mensagem que a longevidade de Merkel no cargo traz para os alemães mais jovens: "Gosto de ver como as crianças pequenas nem conseguem imaginar que um homem poderia ser chefe de governo do país", conclui.

(Fonte: DW)

Menos Desempregados

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado domingo, 13 de dezembro de 2015 Marcadores: 0 comentários

Autoridades registram o menor número de pessoas sem emprego num mês de novembro desde 1991. Chefe de agência do trabalho diz que mercado está preparado para integrar refugiados. O mercado de trabalho da Alemanha registrou em novembro o melhor desempenho para o 11º mês do ano desde a Reunificação, segundo os números divulgados nesta terça-feira (1º/12), em Nurembergue, pela Agência Federal do Trabalho.

Em novembro havia no país 2,633 milhões de desempregados, 16 mil a menos do que em outubro e 84 mil a menos do que há um ano. Novembro tradicionalmente registra um recuo no número de desempregados, mas o deste ano foi superior à média dos últimos três anos.

O número de desempregados em novembro deste ano é inferior em 15 mil ao menor número registrado anteriormente para o 11º mês, em 1991. A taxa de desemprego permanece em 6%, igual à de outubro.

Diante dos números apresentados, o presidente da Agência Federal do Trabalho, Frank-Jürgen Weise, disse que o mercado de trabalho alemão está preparado para o iminente desafio de integrar os refugiados. Segundo ele, os reflexos da integração dos refugiados no mercado de trabalho devem aparecer apenas no final de 2016.

(Fonte: DW)

Tragédia Vista Pelos Alemães

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado segunda-feira, 7 de dezembro de 2015 Marcadores: 0 comentários

A imprensa alemã acompanhou com destaque as consequências do rompimento da barragem de Fundão, em Minas Gerais, que completa um mês neste sábado (05/12). A dimensão da tragédia, os danos à fauna e flora da região e o drama dos moradores foram noticiados com perplexidade, especialmente na última semana.

 Die Welt: O caldo marrom da morte

"Estava-se já acostumado a imagens chocantes. E quanto mais distantes, menos consternação elas geram. Mas um cavalo enfiado até o pescoço na lama marrom, ao lado dele um homem que o acaricia na cabeça? Um bote de madeira com pescadores aos prantos, cheio de peixes mortos? Mulheres desesperadas carregando crianças aos berros, e por todos os lados esse caldo marrom e lamacento? Essas imagens chocaram toda uma nação."

Süddeutsche Zeitung: Rio doce, rio morto

O jornal relata como o fotógrafo Sebastião Salgado deixou a China, onde estava, e partiu imediatamente rumo a Minas Gerais. Ele queria rever o rio onde passou a infância – ainda vivo. Salgado chegou tarde demais a todos os lugares, menos a um, perto de Colatina. Mas, seis dias depois, a avalanche de lama marrom já havia chegado também até lá. "Uma catástrofe ambiental como o Brasil raramente viu, talvez até nunca", afirma o diário de Munique.

Berliner Zeitung: Lama venenosa e toneladas de peixe morto

"Ele tem um nome tão idílico: Rio Doce. Mas pode-se supor que ele há muito não seja mais doce quando se sabe que a Vale, maior mineradora brasileira, até há alguns anos ostentava o nome rio Doce. Há anos que se pratica a mineração na bacia do rio, e por isso ele há anos já não merece mais o adjetivo doce. Ele já estava sujo e contaminado antes da catástrofe."

Neues Deutschland: A maldição da avalanche de lama

O jornal descreve a dimensão da tragédia, incluindo o distrito de Bento Rodrigues, "onde as casas sumiram embaixo da lama, e carros foram arrastados como se fosse de brinquedo".

Die Tageszeitung: Enterrado sob 15 metros de lama grossa

Essa foi a catástrofe ambiental mais devastadora que o Brasil já enfrentou, afirma o jornal de Berlim. Segundo o diário, mais "de 60 milhões de metros cúbicos de lama desceram vale abaixo. O distrito de Bento Rodrigues foi quase totalmente destruído, de 180 casas sobraram apenas 20 mais ou menos intactas. A paisagem à volta é um deserto de lama." (18/11)

Welt am Sonntag: Fukushima na floresta tropical

A onda pegajosa e fedorenta simplesmente não tem fim. Com cada nova onda que parte de Minas Gerais rumo ao Atlântico cresce a fúria entre os pescadores, os ribeirinhos e todos aqueles que, até hoje, viviam do Rio Doce. Mercúrio, arsênico e uma meia dúzia de outras substâncias venenosas fluem há dias para o oceano.

(Fonte: DW)

Encontro em Porto Alegre

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado terça-feira, 1 de dezembro de 2015 Marcadores: , 0 comentários

Encontro Econômico Brasil-Alemanha de 2017 será em Porto Alegre. Fiergs e Câmara Brasil-Alemanha no RS anunciaram na terça (01) em reunião-almoço conjunta, na sede da Fiergs, a vitória de Porto Alegre na disputa com outras cidades para sediar a edição de 2017 do Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA).

Promovido em conjunto pela Bundesverband der Deutchen Industrie (BDI) e pela CNI - Confederação Nacional da Indústria, o evento se realiza anualmente desde 1982 de forma alternada entre Brasil e Alemanha, e costuma reunir mais de dois mil empresários dos dois países, interessados em estreitar relações, selar parcerias, intercambiar tecnologias e efetivar negócios.

O anúncio oficial foi feito pelo presidente da Fiergs, Heitor Müller, já que a entidade será a anfitriã principal e foi aliada da Câmara nas negociações que resultaram na definição da capital gaúcha como sede do encontro. Igualmente o governo do estado do RS teve participação nas tratativas para trazer à Capital o evento, que é considerado o mais importante da agenda bilateral dos dois países, e inicialmente estava programado para ocorrer na Bahia.

Para o presidente da Câmara Brasil-Alemanha no RS, Everson Oppermann, "o fato de termos conquistado este relevante evento para Porto Alegre é extremamente significativo e gera agenda positiva; teremos os olhos de um expressivo número de empresários alemães voltados ao estado e este é um dos objetivos do trabalho da Câmara, apresentar as potencialidades econômicas do RS à Alemanha, com quem temos tantas afinidades étnicas, culturais e históricas".

(Fonte: BrasilAlemanha)

Coisas do Alemão...

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado domingo, 22 de novembro de 2015 Marcadores: 0 comentários

Se você ganhou na loteria, passou numa prova para a qual não estudou ou se livrou de fazer algo que não queria, sorte sua! "Schwein gehabt!" "Você teve um porco!" Os porcos, aliás, aparecem com frequência no linguajar cotidiano. Não há ninguém por perto? "Kein Schwein" (nenhum porco) esteve aqui. Sentiu pena de alguém? Ele é um "armes Schwein" (pobre porco).

Se alguém não tem "alle Tassen im Schrank", então essa pessoa é meio louca. Um equivalente em português seria algo como "fora da casinha".

A frase em alemão "Ich verstehe nur Bahnhof" não significa que quem a pronuncia entende a língua das estações de trem. A expressão é semelhante ao "isso é grego para mim".

Quando as coisas ficam difíceis, um alemão pode lhe falar que "das Leben ist kein Ponyhof". Em outras palavras, a vida não é um mar de rosas.

"Ich habe die Nase voll" poderia facilmente ser interpretado como um pedido por um lenço. Em alemão, porém, significa que a pessoa está de saco cheio de algo.

O que seria de uma lista de expressões em alemão sem uma referência à cerveja? Se numa situação "Hopfen und Malz ist verloren", então é melhor desistir porque se trata de uma causa perdida. A expressão, é claro, tem sua origem na produção da cerveja. Se algo der errado durante o processo, então o malte e o lúpulo foram desperdiçados e uma boa cerveja não é mais possível.

Se seus colegas de trabalho falarem para você "schönen Feierabend" depois de um dia no escritório, eles estão lhe desejando um bom descanso depois do expediente e não uma noite de festas. A expressão pode ser usada o dia todo. Mesmo se seu turno terminar ao meio-dia, o resto do dia já vale como "noite de celebração".

Agora que você saiu do trabalho, talvez você esteja aberto a sugestões de como passar o resto do dia. Se tanto faz o que você vai fazer, diga a seus amigos "es ist mir Wurst" e eles saberão que você não está falando de salsicha, mas que, para você, tanto faz.

Quando seus amigos estiverem lhe desejando boa sorte, dirão "ich drücke dir die Daumen". E talvez até levantem as mãos para fazer o gesto. Eles querem dizer que torcem por você.

Essa não precisa explicar. Assim como no português, "Lügen haben kurze Beine" significa que uma mentira não dura para sempre.

A ACG oferece cursos regulares de Alemão, para você entender essas e outras expressões do idioma alemão.

Fonte: DW

Concerto de Piano

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado quinta-feira, 19 de novembro de 2015 Marcadores: , , 0 comentários


Escândalo Automotivo Cresce

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado sábado, 7 de novembro de 2015 Marcadores: 0 comentários

O escândalo da Volkswagen ameaça atingir outras montadoras. Depois de um mês e meio investigando as emissões de gases de efeito estufa, autoridades alemãs detectaram níveis acima do permitido em vários fabricantes. "Segundo os números brutos analisados, encontramos altos níveis de NOx [óxido de nitrogênio] em diferentes condições de condução e ambientais", afirmou o Escritório Federal de Veículos Motorizados (KBA), em um comunicado divulgado recentemente.

As autoridades alemãs não especificaram quais as marcas ou modelos afetados por esses "valores elevados" detectados. Apenas anunciaram o primeiro resultado obtido. Até o momento, as autoridades realizaram dois terços dos testes previstos. Agora continuarão investigando os mais de 50 modelos de fabricantes como BMW, Mercedes, Ford, Volvo, Nissan e Jaguar Land Rover, empresas com as quais a KBA está em contato para avaliar os resultados. Após a conclusão dessas conversas, será o momento de determinar as consequências legais.

Se as suspeitas da KBA forem confirmadas, o escândalo que começou com uma denúncia das autoridades ambientais norte-americanas ganharia uma nova dimensão. Até agora não foi confirmado que outros fabricantes de automóveis, além da Volkswagen, tenham burlado suas emissões de gases, embora a organização ambientalista alemã Deutsche Umwelthilfe tenha verificado problemas com óxido de nitrogênio em testes realizados em um Opel Zafira na Suíça, acusação que foi desmentida pelo fabricante.

No final de setembro, a KBA iniciou uma revisão geral dos veículos depois que a Volkswagen admitiu ter instalado um software ilegal em cerca de 9,5 milhões de carros. O objetivo era camuflar as emissões de gases de efeito estufa quando os veículos eram inspecionados pelas autoridades ambientais, embora poluam bem mais em condições normais.

O ministro dos Transportes da Alemanha, Alexander Dobrindt, disse no fim de semana que os veículos a diesel, incluindo os de fabricantes estrangeiros, poderiam ser alvo de "testes rigorosos".

(Fonte: DW)

Cursos de Dança 2016

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado sábado, 31 de outubro de 2015 Marcadores: , , 0 comentários

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Idioma Alemão Cresce

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado domingo, 25 de outubro de 2015 Marcadores: , , 0 comentários

Apesar de o alemão ser considerado um idioma difícil por alunos e alunas de todo o mundo, pela primeira vez em 15 anos, o número de pessoas que estudam a língua aumentou. É o que mostra um levantamento divulgado nesta terça-feira (21/04), realizado pela Agência Central para as Escolas de Alemão no Exterior, pelo Ministério das Relações Exteriores da Alemanha, pelo Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) e pelo Instituto Goethe.

Depois de ter caído de 20,1 milhões no ano 2000 para 16,7 milhões em 2005 e 14,7 milhões em 2010, o número de alunos de alemão no mundo aumentou para 15,4 milhões em 2015.

O incremento do interesse pelo idioma foi especialmente significativo na Ásia e na América Latina. Na Índia, o número de alunos de alemão cresceu mais de 400% nos últimos cinco anos, e na China, mais de 100%. No Brasil, o número de estudantes do idioma aumentou 30%, checando a 135 mil. No entanto, essas altas taxas de crescimento também se explicam por números iniciais relativamente baixos.

Desde o último levantamento, realizado há cinco anos, o número de entusiastas do idioma também aumentou na África e no Oriente Médio. No entanto, nessas duas regiões, a quantidade de estudantes de alemão ainda é muito pequena em relação ao resto do mundo, correspondendo a somente 7,5% do total global de alunos.

Na maioria das vezes, a razão para o aumento do interesse pela língua germânica tem a ver com o aspecto econômico. A Alemanha é considerada um parceiro comercial confiável e um local atraente para estudar. Ao aprender alemão, muitos esperam posicionar-se melhor no mercado de trabalho.

 O continente europeu continua concentrando a maioria dos entusiastas do alemão. Com 9,3 milhões de estudantes do idioma, a região corresponde a 61% do total de alunos em todo o mundo, excluindo-se a Comunidade dos Estados Independentes (CEI) – os países da antiga União Soviética.

Em seguida, vêm os Estados da CEI, com 3,1 milhões de alunos de alemão ou 20% do total mundial. Entretanto, na Rússia, o idioma vem perdendo popularidade, tendo o número de russos que aprendem alemão diminuído 30% desde 2010, para 1,5 milhão.

A maioria das pessoas estuda o idioma na escola – por volta de 88% de todos os que aprendem a língua mundo afora. Em segundo lugar, estão as universidades, que abrigam 8,6% dos alunos de alemão. O terceiro é ocupado pelo campo da educação de adultos, com 2,8% do total mundial.

Os Institutos Goethe espalhados pelo planeta abrigam 230 mil alunos, ou seja, 1,4% do total. Não foram incluídas no levantamento as pessoas que aprendem o idioma pela internet ou através de métodos de "e-learning", aprendizado eletrônico.

Como o inglês ocupa mundo afora o posto incontestável de primeira língua estrangeira, o aprendizado do alemão depende, principalmente, de que outra língua seja ensinada além do inglês. Por esse motivo, o Ministério alemão do Exterior pretende continuar incentivando o ensino de línguas nas escolas, como, por exemplo, com a iniciativa de parceria escolar Pasch. Fundada em 2008, a Pasch engloba uma rede de 1.800 escolas, que promovem o ensino do idioma alemão pelo mundo.

A ACG, tradicionalmente, oferece cursos de Alemão. Entre em contato e informe-se.

Curso de Música Instrumental

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado sábado, 17 de outubro de 2015 Marcadores: , 0 comentários

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"Ostalgie "

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado domingo, 11 de outubro de 2015 Marcadores: 0 comentários

O Ostel, no bairro berlinense de Friedrichshain, realiza o sonho de pernoitar num hotel como nos tempos da antiga Alemanha Oriental. Seus fundadores precisaram de muito tempo para reconstituir fielmente, em seus 60 quartos, os móveis e papéis de parede no estilo da ex-República Democrática Alemã (RDA). Mas os esforços para concretizar essa ideia de negócio valeram a pena. As reservas para os quartos são numerosas. "Os hóspedes querem simplesmente experimentar como se vivia antigamente", afirma o hoteleiro Daniel Helbig, assegurando que muitos visitantes procuram simplesmente um período de "vida desacelerada", sem TV, telefone ou outros luxos contemporâneos.

Ostalgie é um neologismo alemão, combinando as palavras Ost(leste) e Nostalgie– podendo, portanto. ser traduzido como "lestalgia". Contudo somente entre 10% e 15% dos 16 milhões de pessoas que vivenciaram a tentativa de um Estado socialista, entre 1949 e 1990, gostariam de voltar aos tempos da RDA – como constataram as pesquisas de diversos institutos de opinião alemães. A maioria está contente por gozar mais bem-estar e liberdade hoje, numa Alemanha reunificada, do que sob o regime comunista. Ainda assim, Silke Rüdiger, por exemplo, vivencia uma corrida constante ao site de internet onde vende produtos da ex-Alemanha Oriental ainda produzidos por alguns poucos fabricantes. O sortimento vai de roupas, músicas e filmes, até cédulas ou condecorações originais. Uma nota de 100 marcos da Alemanha Oriental custa 25 euros, e uma medalha de "Herói do Trabalho" verdadeira, no estojo original, custa 350 euros. Raramente concedida pelo governo de Erich Honecker aos cidadãos, por mérito trabalhista excepcional, hoje basta clique de mouse para tê-la entregue em casa pelo correio. "O maior sucesso de vendas são os gêneros alimentícios segundo receitas dos tempos da Alemanha Oriental", diz a operadora da loja online. Entre esses campeões estão o vinho espumante Rotkäppchen de Freyburg, a mostarda de Bautzen, pepinos da região de Spreewald, o substituto de café à base de cereais da marca imNU, a ClubCola (imitação da marca original americana) e os chocolates Hallorenkugel, em forma de bolinha. "As pessoas gostam de recordar seu antigo cotidiano. Para elas, não era algo negativo. Mas muito desapareceu com a queda do Muro.". Assim Rüdiger justifica seu sucesso, assegurando que nem ela nem seus clientes querem enviar qualquer sinal político com a compra e venda de suvenires da antiga ex-República Democrática Alemã. "Quem chupa uma bolinha de chocolate Hallorenkugel sente o gosto de uma parte da própria infância", define.

Dirk Grüner também constatou que, para os supostos "lestálgicos", o que está em, jogo não é um sistema político perdido, mas sim emoções. Em seu Ostalgie Kabinett,na cidade de Langenweddingen, próximo a Magdeburg, ele e seus pais colecionam, em carinhoso trabalho detalhista, cerca de 20 mil objetos dos tempos da RDA. "Tem gente que fica com lágrimas nos olhos, ao olhar os objetos que marcaram seu dia a dia", conta. "As pessoas perguntam especialmente pelos aparelhos de cozinha, se podem comprá-los, pois ainda consideram admirável a qualidade deles." Nesses casos, Grüner tem sempre que pedir compreensão: se vendesse os objetos, museu logo estaria vazio e não haveria mais nada para exibir.

"Muitos da antiga Alemanha Oriental ainda se sentem sem pátria, estrangeiros na Alemanha unificada. A vida na RDA era, simplesmente, mais fácil", diz Klaus Schroeder, expondo as razões para a Ostalgie. O sociólogo e cientista político da Universidade Livre de Berlim se ocupou intensamente da RDA e dos eventos em torno da reunificação. A conclusão principal é que, com a implementação radical da economia de mercado, muitos cidadãos entre a Saxônia e a Turíngia viram suas conquistas na vida – e assim, sua biografia – desvalorizada e desacreditada. Em 1990, muitas firmas e seus produtos simplesmente desapareceram, de um dia para o outro. Por esse motivo, tanto lembranças são atreladas a objetos, como que dizendo: "Nós não éramos tão ruins como propaga o Ocidente." "Entre os filhos de ex-cidadãos da RDA, 40% não falam da Alemanha Oriental como uma ditadura, e 50% argumentam que mesmo na Alemanha Ocidental não regia a pura democracia." Em tais declarações, Schroeder vê também um esforço pelo reconhecimento em pé de igualdade com o Ocidente. Em sua opinião, a sociedade alemã deveria prestar atenção para que essa fixação nos tempos antigos não se transforme numa idealização falseada da história: o perigo não estaria numa "lestalgia"da memória, e sim na indiferença política que atualmente se anuncia.

Stefan Wolle, historiador e diretor científico do Museu da Alemanha Oriental, teve experiências semelhantes. Por isso, ele tenta sempre contrapor, a esse olhar idealizador, um pouco da dura realidade. Em seu museu em Berlim, a Ostalgie termina, o mais tardar, na réplica de uma sala de interrogatório da Stasi – a polícia secreta da RDA que controlava e punia a população por qualquer tentativa de resistência ao governo. Alto-falantes reproduzem interrogatórios e atas originais. "Aqui, as turmas de alunos mais rebeldes logo se calam", diz Wolle. E registra, com satisfação, que o ápice da nostalgia ideológica já passou. "Para a nova geração, a RDA é apenas história."

Atualmente, o passado da Alemanha Oriental se manifesta, principalmente, sobre quatro rodas, depois que a maioria dos automóveis da antiga Alemanha Ocidental foi parar no ferro-velho. Até mesmo em ralis na África vê-se a versão de corrida do pequeno Trabant, apelidado carinhosamente de "Trabbi" ou "Pappe" (papelão, devido ao material de sua carroceria). Já o Wartburg, de três cilindros, era considerado quase inatingível: pelas vias exclusivamente lícitas, o candidato a proprietário tinha que ficar mais de dez anos na lista de espera. Hoje, Ingo Speckmann aluga os obsoletos veículos para casamentos ou para o puro lazer: "As pessoas se alegram, e se reportam à coesão do povo da ex-RDA." O locador de Trabants está convencido de que a ajuda mútua na fabricação própria de peças de reposição uniu os cidadãos do antigo Estado comunista. Isso tudo não existe mais hoje, lamenta. E, ao que tudo indica, não está só em seu lamento.

(Fonte: DW)

O Retorno

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado segunda-feira, 5 de outubro de 2015 Marcadores: , 0 comentários

Depois de protagonizar peça teatral e Filme inspirados na vida do pintor americano Basquiat, e participar do elenco de “Der 8. Kontinent“, produção alemã dirigida por Serdar Dogan, o ator brasileiro radicado na Alemanha, Alex Mello, será o principal protagonista do longa “Retorno”, produção alemã dirigida pelos cineastas Jörg Kobel e René Harder. As filmagens estão sendo finalizadas e o lançamento deverá acontecer ainda este ano.

O filme baseado em fatos reais, é inspirado no livro "Nur die Edelsteine Kommen aus Brasilien" ("Somente as Pedras preciosas vêm do Brasil”, na tradução livre do alemão para o português) da jornalista Adriana Nunes. No livro, a autora traça o perfil de 31 brasileiros, que optaram por viver na Alemanha por motivos diversos. No elenco, atores de diversas nacionalidades, inclusive do Brasil, destacando-se as participações especiais de Solange Couto e do ator J.P. Rufino, eleito melhor ator mirim no Prêmio "Melhores do Ano", da Rede Globo. Os personagens se interligam na saga do protagonista vivido por Mello. O longa será falado em alemão com uma inserção inicial em português e  terá como cenários a Alemanha e o Brasil. A cidade escolhida para as filmagens será o Rio de Janeiro. Os diretores querem mostrar a cidade por outra ótica - "menos folclórica e mais bucólica", segundo Mello.

O filme conta a história de  Maurício, professor de teatro para crianças que sonha com uma carreira de ator, mas se depara com inúmeras dificuldades. Com a perda do pai, um alcóolatra interpretado pelo veterano ator José de Araújo, que celebra 40 anos de carreira, um segredo sobre sua origem é revelado. Ele herda a  missão de entregar pessoalmente a um tio até então desconhecido na Alemanha, uma carta com a inscrição “Retorno” envelope, sinal de que já havia sido enviada, mas que, por algum motivo, retornara ao remetente. Com a intenção de cumprir o último desejo do pai, Maurício  segue para Alemanha. Na aventura se depara com a realidade de ser estrangeiro em um país desconhecido. Questionamentos raciais, sociais, culturais e de  integração  marcam sua trajetória no novo país.

Como brasileiro “exótico” algumas armadilhas cruzam seu caminho, e uma batalha pela sobrevivência é travada. Em um recorte em que outros estrangeiros participam, o jovem brasileiro se depara com uma russa, com quem  se envolve afetivamente e vive uma relação um tanto quanto delicada. Um jogo de gato e rato à procura pelo tio é travada e neste  contexto surge o fotógrafo  alemão Lars, com quem Maurício já havia feito contato no Brasil e o reencontro surge como uma porta para descobertas em sua vida. Questões sentimentais e  pessoais  ganham contornos neste labirinto. Finalmente Maurício encontra o tio e descobre a verdade a respeito de sua mãe, uma alemã que ele nunca conheceu, e lhe é revelado que seu verdadeiro  pai não é o homem que o criou com  tanto afeto e carinho por tantos anos no Rio de Janeiro.

(Fonte: Afropress)

Sucesso em Plástico

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado domingo, 27 de setembro de 2015 Marcadores: 0 comentários

Horst Brandstätter começou a trabalhar na Geobra Brandstätter em 1952, aos 19 anos. Aos poucos, assumiu o comando da empresa, tornando-se seu único proprietário. Em 1974, lançou seu maior sucesso: os bonecos de plástico Playmobil. Até hoje já foram vendidos mais de 2,8 bilhões de peças no mundo inteiro. A empresa com sede em Zirndorf, no sul da Alemanha, é uma das maiores fabricantes de brinquedos do país e emprega mais de 4 mil funcionários no mundo inteiro. Em 2014, seu faturamento chegou a 595 milhões de euros. As vendas no exterior correspondem a cerca de 70% do faturamento da Geobra Brandstätter. Há centros de distribuição da Playmobil nos Estados Unidos, Canadá e México. A maior unidade de produção dos bonecos de plástico se localiza na cidade de Dietenhofen, na Baviera. Há outras fábricas em Malta, República Tcheca e Espanha.

Em 1974 foram lançados no mercado os primeiros bonecos Playmobil: cavaleiro, índio e operário de construção civil. O inventor foi Hans Beck, que faleceu em 2009. Junto com Brandstätter, ele desenvolveu a ideia de um novo sistema de brinquedos e criou a marca. Miniaturas já existiam antes do Playmobil. No entanto, eram fabricadas com outros materiais, como os soldadinhos de chumbo. Já em 1550, conferia-se grande valor a essas peças na vida social, na qualidade de "brinquedos educativos. Em 1978, poucos anos após a invenção do Playmobil, a fabricante de brinquedos Lego, da Dinamarca, também lançou seus primeiros bonecos no mercado. Eles têm cerca de 42 milímetros e possuem braços e cabeça móveis.

No início, os bonecos Playmobil eram simples e monocromáticos. Havia apenas um penteado nas cores de cabelo preto, castanho e loiro. Com o passar dos anos, os bonecos foram modernizados e ganharam movimento nos pulsos, além de acessórios coloridos. Novos mundos temáticos são lançados anualmente. A gama de profissões dos bonecos Playmobil também evolui constantemente, indo de operários de construção civil até enfermeiros, passando por policiais. Nos primeiros anos, as bonecas Playmobil se distinguiam apenas por características superficiais, como vestidos ou cabeleira comprida. Somente no fim da década de 80 elas ganharam curvas. Saias longas e terninhos também se tornaram mais populares.

(Fonte: DW)

Gastronomia na Oktoberfest

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado domingo, 20 de setembro de 2015 Marcadores: , , , , 0 comentários

Uma das maiores e mais tradicionais festas da cultura alemã, a Oktoberfest de Munique, é sempre destaque na Alemanha. Além da cerveja, a gastronomia é um dos pontos fortes do evento, que permite aos visitantes saborear a culinária típica do país, marcada por embutidos e carne suína. Que tal aproveitar a inspiração e preparar por aqui um desses pratos?

Segundo o chef Marcelo Schomer, do Bar do Alemão, a culinária alemã é, em parte, reflexo do clima da história do país. “A Alemanha passou por momentos complicados na história, de falta de alimentos, que fizeram com que tudo fosse aproveitado e, principalmente, conservado da melhor maneira possível. Foi quando surgiram salsichas, queijos, geleias e embutidos. A cozinha alemã não admite desperdícios e revela a necessidade de se alimentar com produtos muitas vezes considerados ‘pesados’, por conta dos invernos longos e rigorosos”, explica.

A carne suína é o prato do dia a dia do povo alemão. “Desde os tempos antigos, o porco sempre foi um recurso ideal de carne, com aproveitamento de todas as suas partes. O assado de porco é a refeição de domingo em muitas regiões da Alemanha”, diz Schomer.

O banqueteiro Guto Menezes ressalta que a carne suína é utilizada no preparo de salsichas — mais de 1,5 mil tipos. “E os embutidos feitos de carne bovina ou suína crua (curada ou defumada), gordura, ervas e temperos são alimentos práticos e duradouros que, no passado, eram ideais para a sobrevivência durante os longos invernos e os tempos difíceis de guerra e pós-guerra”, lembra. 

Menezes acrescenta que repolho, batatas, couve e aspargos brancos também marcam presença em inúmeros pratos. “A culinária alemã trazida pelos imigrantes ao Brasil é, na verdade, a cozinha de inverno, com pratos mais pesados, ricos em conservas. Mas os alemães também buscam um estilo de vida mais saudável, o que reflete na opção por refeições mais leves”, diz Menezes.

Temperos - Essas características justificam a presença de molhos e cozidos temperados para paladares fortes. Entre os temperos típicos alemães estão raiz-forte, pápricas doce e picante e uma grande diversidade de mostardas. De acordo com Menezes, a mostarda é, de fato, um tempero que não pode faltar na maioria das receitas alemãs. “Em sementes amarelas ou marrons ou em creme já pronto. Os alemães não dispensam seu sabor forte, que pode ser apimentado ou mesmo adocicado, com mel”, cita. A mescla de doce e salgado é outra marca dessa culinária, encontrada em carnes fortes misturadas a frutas como maçã, ameixa, cereja, morango e pera.

JOELHO DE PORCO

ingredientes
• 1 joelho de porco de aproximadamente 1,3 kg
• 200 g de bacon
• 250 ml de vinho branco
• 100 ml de óleo de girassol
• Alho, orégano, louro, noz-moscada e pimenta-do-reino a gosto

Cozinhe o joelho de porco com sal e os temperos por cerca de 6h. Depois de cozido, para pururucar, coloque óleo em uma panela e espere esquentar até começar a sair fumaça.
Coloque então a carne acondicionada sobre uma grade e com um tabuleiro por baixo. Com uma concha, vá jogando o óleo quente sobre a pele do joelho.
Sirva acompanhado de chucrute, purê de ervilha, batata souté, salsicha de vitela e cebola tirolesa.

SPÄTZLE

ingredientes
250 g de farinha de trigo
2 ovos
1 colher (chá) de sal
125 ml de água
Sal, pimenta-do-reino e noz-
-moscada a gosto
1 maço de salsa fresca
300 g de queijo muçarela

Misture todos os ingredientes e bata em punho por dez minutos até a massa criar bolas de ar. Deixe a massa descansar por 15 minutos. Para finalizar, use o aparelho de fazer spätzle (spätzle maker) e cozinhe em água fervente com sal. Depois que a massa ficar na superfície por três minutos, retire-a e resfrie-a em água fria com sal. Antes de servir, salteie na frigideira com um pouco de manteiga. Tempere com noz-moscada e acrescente o queijo muçarela e a salsa picada. Sirva quente como acompanhamento ou prato principal.

(Fonte: Tribuna de Araraquara)

24ª Blumentanzfest

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado domingo, 13 de setembro de 2015 Marcadores: , , 0 comentários

Prezados amigos folcloristas!

É com muita alegria que queremos convidá-los para o nosso tradicional encontro de grupos folclóricos, o 24. Blumentanzfest, que se realizará no dia 19 de setembro de 2015, no Centro Comunitário de Colinas, com a seguinte programação: 

- 10h00min – Desfile folclórico pelas ruas da cidade, com Bierwagen;
- 19h00min – Recepção e início da janta;
- 19h30min – Início das apresentações dos grupos;
- 22h00min – Apresentação do Centro Cultural Morgenstern;

Em seguida, início do baile com a Banda K’necus.

Para que possamos recebê-los da melhor maneira, solicitamos a confirmação da participação de seu grupo até o dia 14 de setembro, indicando o número de pessoas para a janta e uma dança para apresentação. O valor do ingresso será de R$25,00. Comercializaremos chope da marca “Ralf Beer”, em barris de 10 litros e, portanto, pedimos aos grupos que juntamente com a confirmação da participação no evento reservem o número de chopeiras que pretendem adquirir, para que possamos nos organizar adequadamente. Quem puder, traga o seu caneco!

Para quaisquer maiores esclarecimentos: (51) 91229728 (Evanilson), através dos emails evanilson.moraes@gmail.com e ccmorgenstern@yahoo.com.br, ou pelo nosso endereço no Facebook: www.facebook.com/evanilson.demoraes

13º ARATIBA CHOPP FEST

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado sábado, 5 de setembro de 2015 Marcadores: , , 0 comentários

O G.D.F.A. Wahre Freundschaft tem o prazer de convidar-lhes para participar do 13º ARATIBA CHOPP FEST e juntos comemorarmos os 20 anos de fundação do Grupo de Danças.

O evento será realizado no dia 14 de Novembro de 2015 nas dependências do Salão Paroquial de Aratiba, localizado ao lado da Igreja Matriz, com a seguinte programação:

-19h00min - Recepção dos Grupos
-19h30min - Apresentações Culturais dos Grupos Visitantes
-20h30min - Jantar típico da gastronomia alemã
-22h30min - Continuação das Apresentações Culturais
-23h45min - Início do Baile de Chopp – Animação

Pedimos aos Grupos que confirmem a sua presença até o dia 01 de novembro de 2015, com Wellinton pelo telefone (54)9142-0664, Cindi (54)9655-9217 e a noite (54)3376-1054 com Clemar ou Anair ou pelos emails ctmwellinton@hotmail.com ou cindi_streher@hotmail.com

O Volkstanzgruppe Wahre Freundschaft desde já agradece a presença de todos os grupos presentes no evento e se compromete em devolver todas as visitas.

Reencontro Após 71 Anos

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado quarta-feira, 26 de agosto de 2015 Marcadores: , 0 comentários

Uma senhora italiana de 92 anos reencontrou sua filha após 71 anos de separação. Natural da cidade de Novellara, no norte da Itália, ela tinha ido trabalhar na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial e foi forçada a abandonar sua filha pela família do pai do bebê, um soldado alemão. Fruto de um relacionamento com soldado alemão casado, Margot Bachmann revê a mãe após mais de 70 anos de separação. A mulher do norte da Itália havia sido forçada pela família do pai do bebê a abandonar sua filha.

Segundo o jornal italiano La Repubblica, o pai de Margot Bachmann lhe contou que sua mãe era italiana, mas que ela tinha morrido na guerra e proibiu a filha de procurá-la ou perguntar sobre ela. Foi somente após a morte do pai, no ano passado, que Bachmann acionou o Serviço Internacional de Rastreamento (ITS), na cidade alemã de Bad Arolsen. E foi no centro de documentação e pesquisa sobre a perseguição nazista que a agora senhora de 71 anos de idade descobriu que sua mãe ainda vive.

Em trabalho conjunto com a iniciativa "Restabelecimento de Laços Familiares", da Cruz Vermelha da Itália, o ITS foi capaz de descobrir a localização da mãe. Ambas tiveram o primeiro encontro no último fim de semana. "Comecei a pesquisar, na esperança de aprender mais", disse Bachmann ao La Repubblica. "Mas eu nunca imaginei que um dia seria possível abraçar minha mãe. Estou tão feliz de tê-la encontrado viva e em boa forma, apesar de sua idade." "Hoje vivenciamos um pequeno milagre", disse a porta-voz da Cruz Vermelha, Laura Bastianetto. "Não é comum que mãe e filha se reencontrem após 70 anos separadas. Graças a um esforço conjunto ao longo dos últimos dois anos, podemos presenciar este reencontro comovente."

(Fonte: DW)

Siemens: Projeto Experimento

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado terça-feira, 18 de agosto de 2015 Marcadores: , 0 comentários

Fundação Siemens lança no Brasil projeto para despertar nas crianças o interesse duradouro por ciências. Projeto Experimento é uma metodologia desenvolvida na Alemanha pela Fundação Siemens, em parceria com a Casa do Pequeno Cientista, que promove o aprendizado por meio de perguntas investigativas e experimentos em sala de aula. O parceiro pioneiro do projeto no Brasil é a Fundação Visconde de Porto Seguro. O lançamento, no dia 12 de agosto, trouxe ao Brasil a diretora executiva da Fundação Siemens, Nathalie von Siemens, e contou com uma mesa-redonda entre educadores.

As chances de um interesse duradouro pela natureza e pela ciência aumentam quando crianças e adolescentes aprendem pela observação e podem desempenhar eles mesmos um papel ativo na pesquisa. Diante dessa premissa, a Fundação Siemens traz da Alemanha o educativo internacional Experimento, construído sobre as bases desse reconhecimento. Ele é voltado para educadores da fase da educação infantil e professores do Ensino Fundamental e Médio. A iniciativa baseia-se no princípio do aprendizado por investigação. Com ajuda de experiências desenvolvidas e specificamente para as faixas etárias que vão de 4 a 18 anos, as crianças e os adolescentes debruçam-se com autonomia sobre os fenômenos naturais e aprendem a compreender contextos científico-naturais por meio de pesquisas e descobertas próprias.

O Projeto Experimento será lançado no Brasil no dia 12 de agosto, no Colégio Visconde de Porto Seguro, um dos parceiros na organização da iniciativa no Brasil. Com um modelo de parceria inédito na história do projeto, os professores do Porto Seguro irão agir como multiplicadores da metodologia, capacitando, em uma etapa posterior, educadores de escolas públicas para disseminar a prática com seus alunos. A parceria se deu tanto pela tradição do Porto Seguro ao estímulo à investigação científica, quanto por já serem um parceiro da Fundação Haus der kleinen Forscher (Casa do Pequeno Cientista) desde 2014. “Estamos muito felizes por trazer para o Brasil algo que possa contribuir com o ensino da ciência no país”, comenta Henrique Petersen Paiva, Gerente de Sustentabilidade da Siemens Brasil. “Mais do que nunca, o futuro do nosso desenvolvimento global depende de jovens capazes de distinguir desde cedo tais desafios, ocupando-se deles construtivamente e assumindo responsabilidades”. O projeto, que também está presente em países como África do Sul, Colômbia, Argentina, Chile, Peru, México e Quênia, foi desenvolvido na Alemanha pela Fundação Siemens, junto com a Casa do Pequeno Cientista. Os kits estão divididos em três faixas etárias: de 4 a 7 anos (Experimento|4+), de 8 a 12 anos (Experimento|8+) e de 10 a 18 anos (Experimento|10+), oferecendo 130 experimentos no total, com os quais educadores e professores podem apresentar desafios globais a crianças e adolescentes de cada uma das faixas etárias, como a questão do efeito estufa, as energias renováveis ou a obtenção de água potável. No Brasil, apenas a primeira faixa está disponível no momento, mas as demais devem ser trazidas na segunda etapa do projeto. “O Colégio Visconde de Porto Seguro se identificou, desde o primeiro momento, com o Projeto Experimento, por apresentar uma metodologia que consegue colocar, na prática, a teoria”, conta Silmara Rascalha Casadei, diretora geral pedagógica do Colégio Visconde de Porto Seguro. Para ela, a nascente das ciências está na observação e na pergunta – e espera-se que essas competências sejam desenvolvidas pelas crianças desde pequenas. “Desejamos que, por meio dessa iniciativa, sejam oferecidas respostas inovadoras diante de um mundo repleto de desafios para um futuro mais próspero e sustentável”, completa a diretora. As caixas, contendo diversos materiais, são verdadeiros laboratórios móveis que proporcionam experiências, trabalhos em equipes, investigações, alegria e entusiasmo por novas descobertas. “Com a possibilidade de multiplicar o conhecimento para os professores de escolas públicas, o projeto torna-se também de alta relevância social”, conclui Silmara.

O objetivo da Fundação Siemens é expandir o alcance do projeto a colégios de mais cidades brasileiras, principalmente da rede pública de ensino, na qual a Fundação Siemens e parceiros são responsáveis pela doação dos kits e treinamento dos professores. “Em três anos, queremos ter mil professores envolvidos com o projeto. Para tanto, vamos ampliá-lo para o público 8+ em 2016 e para o 10+, em 2017”, diz Paiva. “Com isso, pretendemos consolidar essa nossa ação voluntária, que só traz benefícios à sociedade”, finaliza. 

Na cerimônia de lançamento do projeto, será realizada uma mesa-redonda com educadores de diferentes instituições de ensino, como escolas, universidades e fundações, além de membros da Secretaria da Educação. “Qual o rumo do ensino de Ciências no Brasil e o que podemos aprender com experiências de fora?” será o tema da reunião. No evento, estarão presentes Nathalie von Siemens, diretora executiva da Fundação Siemens; Paulo Stark, presidente e CEO da Siemens Brasil; Emília Cipriano, secretária adjunta de educação de São Paulo; e Roseli Lopes, coordenadora geral da Febrace. A cerimônia contará ainda com a participação de Carla Ahlemeyer Dauch, coordenadora pedagógica do Currículo Bilíngue, e Carlos Alberto do Nascimento Jr., diretor institucional pedagógico, ambos do Colégio Visconde de Porto Seguro. Na ocasião, Nathalie von Siemens visitará uma sala de aula para acompanhar, na prática, o Projeto Experimento com os alunos do colégio.

(Fonte: Siemens Brasil)

Visita ao Brasil

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado quarta-feira, 12 de agosto de 2015 Marcadores: , , , , 0 comentários

Brasil entra no seleto grupo de nações com quem a Alemanha mantém consultas políticas de alto escalão. Na estreia, Merkel chega a Brasília acompanhada de metade do ministério. 

Na próxima semana, a chanceler federal alemã, Angela Merkel, visita o Brasil, acompanhada de metade de seu gabinete de ministros, para a primeira edição das Consultas Intergovernamentais de Alto Nível Brasil-Alemanha. Principais pontos da viagem são os temas mercadorias e responsabilidades globais. De acordo com informações de círculos governamentais alemães, Berlim e Brasília também devem emitir uma declaração conjunta sobre política climática após as consultas, de dois dias, agendadas para 19 e 20 de agosto. Com isso, os dois países pretendem se posicionar para a cúpula climática da ONU em dezembro, em Paris. "O Brasil é um elo maravilhoso para o diálogo sul-sul", explica Felix Dane, diretor do escritório brasileiro da Fundação Konrad Adenauer, ligada à União Democrata Cristã (CDU), partido de Merkel. "Na cúpula do clima, o Brasil desempenha um papel importante porque tem influência para convencer os países do sul", avalia.

Depois de Índia e China, o Brasil é o terceiro país emergente com quem a Alemanha realiza consultas intergovernamentais de alto nível. A chanceler chega ao Brasil acompanhada do ministro do Exterior, Frank-Walter Steinmeier, do ministro do Interior, Lothar de Mazière, do ministro do Desenvolvimento, Gerd Müller, do ministro da Agricultura, Christian Schmidt, da ministra do Meio Ambiente, Barbara Hendricks, do ministro da Saúde, Herman Grohe, do ministro dos Transportes, Alexander Dobrindt, e da ministra da Cultura, Monika Grütters. Também compõem a delegação os vice-ministros da Economia, da Defesa, do Trabalho e de Assuntos Sociais, das Finanças e da Educação e Pesquisa. Também é previsto um reforço da cooperação na área da proteção de dados. De acordo com informações de Brasília, deverá ser acertado um intercâmbio regular entre autoridades ligadas à cibersegurança do Ministério das Relações Exteriores do Brasil com o Ministério do Exterior da Alemanha, visando melhorar a proteção contra as tentativas de espionagem dos Estados Unidos. Segundo denúncias veiculadas na imprensa, tanto Merkel como a presidente brasileira foram vítimas de monitoramento telefônico do serviço secreto americano. Por causa disso, Dilma cancelou sua visita aos EUA, agendada para setembro de 2013. Em junho deste ano, ela deu fim às tensões com os Estados Unidos, com uma visita a Obama. No âmbito das consultas intergovernamentais são planejados também acordos nas áreas de educação e pesquisa. O número de projetos conjuntos de pesquisa deve ser aumentado, e devem ser oferecidas mais oportunidades de intercâmbio universitário para brasileiros e alemães. Além disso, as aulas de alemão devem ser incentivadas em escolas e universidades brasileiras.

No entanto, o foco principal das consultas ministeriais entre Brasil e Alemanha é a cooperação na área de proteção ambiental e climática. Tanto o ministro alemão do Desenvolvimento, Gerd Müller, como a ministra alemã do Meio Ambiente, Barbara Hendricks, viajam ao Brasil já no início da semana, onde, entre outras coisas, participam de uma conferência sobre proteção florestal na terça-feira (18/08). A Alemanha já coopera neste campo com o Brasil desde 1990, quando foi lançado o Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil, durante a cúpula do G7, em Houston. A Alemanha está entre os maiores financiadores do programa. Nos bastidores, as consultas intergovernamentais também lidam com questões econômicas. As empresas alemãs fazem pressão por uma maior abertura do mercado brasileiro e pela simplificação do sistema tributário. "É extremamente importante que o lado alemão mostre presença no Brasil", explica Reinhold Festge, presidente da Associação dos Fabricantes de Máquinas e Instalações Industriais (VDMA, na sigla em alemão), que também produz no Brasil. "Alemanha tem um interesse de longo prazo no Brasil, que vai além dos atuais problemas internos e da crise econômica", acrescenta.

Para os empresários alemães, as consultas intergovernamentais com o Brasil têm uma grande importância política sobretudo devido à crescente presença da China no Brasil. "Futuramente, a China vai tentar, de forma ainda mais forte, colocar seus produtos no mercado brasileiro", prevê Festge. "A indústria alemã deve fazer um esforço e pensar em algo." Em maio deste ano, o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, visitou Brasil e anunciou investimentos de mais de 50 bilhões de dólares. O maior projeto é a chamada Ferrovia Transoceânica, que ligará o Porto do Açu, no estado do Rio de Janeiro, ao Porto de Ilo, na costa do Peru, e cuja construção deverá custar cerca de 10 bilhões de dólares. Apesar da influência crescente da China, a União Europeia (UE) continua sendo o parceiro econômico mais importante para o Brasil. "O Brasil tem grande medo em relação ao acordo de livre comércio entre os EUA e a UE", observa Felix Dane, da Fundação Konrad Adenauer. "O país se pergunta: 'onde ficamos nisso tudo?'". Dane espera que as consultas entre Brasília e Berlim se beneficiem do bom relacionamento entre Merkel e Rousseff. "As duas se respeitam e têm simpatia mútua, apesar de suas diferenças políticas", opina. "Com o escândalo das escutas telefônicas da NSA, elas se aproximaram ainda mais."

(Fonte: Terra)

Schwarz Rot Gold

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado quarta-feira, 5 de agosto de 2015 Marcadores: , 0 comentários

Ser alemão vai além da cor da pele. Projeto multimídia 'Schwarz Rot Gold' reúne perfis de alemães negros com o objetivo de combater o racismo no país. "O problema não é apenas o radicalismo de direita, mas também a sociedade que o tolera", diz cineasta.

Marie Nejar é uma elegante e dinâmica senhora de 85 anos. Ela fala alemão com sotaque de Hamburgo e veste um vestido preto com gola de renda branca. É uma típica avó alemã – e é negra. "Sou uma alemã típica, fui criada de maneira prussiana pela minha querida avó", diz. Nejar é um dos dez afro-alemães que o jornalista Jermain Raffington e sua esposa, a psicóloga Laurel Raffington, entrevistaram para o projeto Schwarz Rot Gold (Preto, Vermelho e Dourado, em alusão às cores da bandeira alemã). A avó de Nejar vinha de uma família burguesa e se apaixonou por um martinicano, e o pai de Nejar era de Gana. Ela cresceu no bairro de St. Pauli, em Hamburgo, e sobreviveu ao nazismo, também graças ao esforço de muitos alemães que aceitaram e protegeram Nejar. Em filmes de propaganda nazista, ela desempenhou o papel de comparsas exóticos. Depois da guerra, trabalhou como enfermeira. Já Theodor Wonja Michael, nascido em 1925, filho de uma alemã e de um africano de Camarões, antiga colônia germânica, sabe bem como é ter a origem sempre questionada devido à cor da pele. "Sou negro. Mas o que está por baixo desta pele?", pergunta. Quando criança, ele já era vítima de racismo. Depois que a mãe morreu, durante a República de Weimar, teve que participar dos chamados Völkerschauen (zoológicos humanos). Mais tarde, trabalhou como ator, jornalista e para o Departamento Federal de Informações da Alemanha (BND).

De maneira inteligente e sensível, os perfis de Schwarz Rot Gold retratam o racismo do passado. Mas ainda hoje muitos no país têm dificuldade em aceitar que a identidade alemã não é definida apenas pela cor da pele. "Você não é diferente, você só é visto de maneira diferente", diz Michael em seu vídeo de 15 minutos.

A cultura afro-alemã faz parte da história do país há gerações. Porém, a sociedade de maioria branca mal sabe disso – uma das razões pelas quais Jermain começou o projeto. Outra motivação do diretor é bastante pessoal: filho de uma alemã e de um jamaicano, ele cresceu em Hamburgo e se tornou jogador profissional de basquete. Constantemente ele é questionando "de onde vem, realmente" e se pergunta sobre a própria identidade. "Eu buscava exemplos positivos além de clichês." Inicialmente o projeto previu dez perfis, e os primeiros cinco já estão prontos. Eles mostram afro-alemães que, com sua trajetória de vida, podem ser justamente esses exemplos positivos que Raffington buscava. O jogador de futebol Jérome Boateng já aceitou participar, assim como Kevin John Edusei, principal maestro da Orquestra Sinfônica de Munique, além de uma professora universitária e um capitão da Bundeswehr (Forças Armadas Alemãs).

"Somos todos alemães, porque vivemos aqui, não importa se somos azuis, amarelos, verdes ou pretos", diz Patrick Mushatsi-Kareba, diretor de uma grande plataforma online de música e outro dos retratados no projeto. Formado em Ciências Políticas, ele cresceu em Frankfurt, e o pai, natural do Burundi, abandonou a família cedo. A mãe, italiana, logo se casou de novo. Apesar de viver num ambiente multicultural, ele também sofreu rejeição e hostilidade. Ele vê a educação como a única maneira de mudar isso. "Hoje em dia nenhuma sociedade pode se permitir dizer, 'somos tolerantes, mas...'" O projeto Schwarz Rot Gold é apoiado pelo Ministério do Exterior alemão e pela iniciativa DeutschPlus, entre outros. Os perfis registrados por Jermain e Laurel Raffington mostram uma parte da sociedade alemã que ainda é praticamente ignorada pela maioria. "O problema não é apenas o radicalismo de direita, mas também a sociedade que o tolera", afirma Raffington.

(Fonte: DW)

Controvérsia com Fóssil

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado quinta-feira, 30 de julho de 2015 Marcadores: , , 0 comentários

Brasileiros questionam como fóssil de cobra com patas chegou à Alemanha. Fóssil originário do Ceará foi descrito na prestigiada revista 'Science'. Ele está em museu alemão; governo brasileiro desconfia de 'descaminho'.

Paleontólogos brasileiros questionam a legalidade da obtenção de um fóssil encontrado no país e que foi tema de um estudo publicado na prestigiada revista “Science” do dia 23 de julho. O material, que levou à descrição de uma nova espécie de cobra que tinha quatro patas e viveu no Brasil há mais de 120 milhões de anos, encontra-se atualmente na Alemanha. Questionados, o autor da investigação e o museu onde se encontra o artefato não deram detalhes sobre como ele teria chegado à Europa. Segundo os estudiosos brasileiros, a peça, originária da Formação Crato, na Bacia do Araripe, no Ceará, pode ter sido retirada de maneira ilegal do país e levada para a Alemanha, onde está abrigada no Museu Bürgermeister-Müller, em Solnhofen.

Eles alegam que os autores do artigo científico reconhecem que a peça analisada é originária do Brasil, mas afirmam que eles não seguiram normas exigidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o CNPq, para análise de fósseis achados aqui. "Informações importantes quanto à origem do fóssil são deixadas de lado para que o autor não seja incomodado por nós brasileiros quanto à origem", afirma Antônio Álamo Feitosa, diretor científico do Geopark Araripe, local onde o material foi encontrado, segundo o artigo. Felipe Chaves, chefe da divisão de proteção de depósitos fossilíferos do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), órgão do Ministério de Minas e Energia que poderia autorizar a exportação de um fóssil, garante que não foi concedida permissão para este objeto desde que o departamento tem essa atribuição (2006). "A peça saiu do Brasil sem a anuência do DNPM", garante Chaves. Mesmo se tivesse saído do país antes de 2006, dificilmente seria por meios legais, já que, desde 1942, a comercialização de fósseis é restrita por lei por serem considerados bens da União. "Acreditamos que a saída tenha sido ilícita, por descaminho", afirma. A descrição do fóssil foi publicada nesta quinta-feira (23) na revista "Science", em artigo assinado por David M. Martill, paleontólogo da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido, que já atuou no Brasil, além de Helmut Tischlinger e Nicholas Longrich.

O material apresenta a espécie Tetrapodophis amplectus, uma cobra de quatro patas que viveu no território onde atualmente fica o Brasil, quando ainda existia o supercontinente Gondwana. A ciência atual não tem dúvida de que lagartos e cobras, em termos de evolução, são espécies muito próximas. O que se tinha comprovado até então era que, com o passar do tempo, os lagartos evoluíram para lagartos com corpo de serpente e patas, e, posteriormente, para serpentes. Agora, o fóssil é uma peça dessa evolução: as cobras com patas. “É o primeiro de uma cobra com quatro patas e cinco dedos. Isso muda a história evolutiva das cobras. Conheciam-se apenas três estágios e agora, eles são quatro”, explica Álamo. Mas, na opinião dele, essa descrição só aconteceu porque houve desrespeito à legislação brasileira, que há 73 anos proíbe a extração e posterior comercialização desses itens. No material complementar da "Science", os autores do estudo afirmam que a peça está há décadas em uma coleção particular, que atualmente se encontra no museu alemão.

De acordo com Max Langer, presidente da Sociedade Brasileira de Paleontologia, é provável que esse material tenha saído do país há poucos anos, mas não é possível comprovar. “A gente fica indignado com um negócio desses. É algo que deve ser fantástico. Saiu do nosso país, está depositado fora, estudado por pessoas de fora”, disse. “A sociedade não tem o que fazer, mas uma vez que o fóssil está fora do Brasil, passa a ficar fora da alçada da Polícia Federal”, disse ele, citando que a PF é responsável por coibir o contrabando de peças. Felipe Chaves, do DNPM, acredita que poderia haver repatriação. "Há a possibilidade de repatriação desse fóssil. Como acreditamos que a sua saída do país se deu por descaminho, a primeira medida a ser tomada é a caracterização do delito, via investigação da Polícia Federal", afirmou. Comprovado o crime de descaminho, e com o apoio do Ministério das Relações Exteriores, o governo brasileiro poderia requerer ao governo alemão a repatriação da peça, diz Chaves. Atualmente, para um pesquisador estrangeiro atuar no Brasil, é preciso apresentar um projeto de pesquisa ao CNPq que tenha parceria com pesquisadores brasileiros. Após análise, o órgão, ligado ao Ministério da Ciência, autorizaria o estudo.

Por e-mail, o pesquisador inglês David Martill  disse não saber quando esse fóssil foi retirado do Brasil e levado da Alemanha. “Sou só um cientista que viu um espécime no museu”, afirmou. Questionado se ele tinha alguma autorização de órgãos brasileiros ou parceria com universidades daqui para conduzir a pesquisa, de acordo com as regras do CNPq, Martill explicou que não vem ao Brasil há pelo menos dez anos e que “não precisa de autorização do Brasil para estudar fósseis brasileiros em coleções dos Estados Unidos ou Europa”. “Posso estudar o que eu quero aqui”, completou. O Museu Bürgermeister-Müller também foi procurado para informar quando o fóssil chegou ao local e como. No entanto, o diretor Martin Röper não respondeu aos questionamentos e pediu apenas que a reportagem procurasse Martill. O CNPq não informou se há pesquisas conduzidas no país com os nomes dos autores do artigo. Apenas afirmou que o órgão “financia projetos de pesquisa em território brasileiro que incluam pesquisadores estrangeiros, desde que estejam mediante acordo de cooperação internacional com instituições brasileiras”.  O conselho disse ainda que “não é da competência do CNPq autorizar e fiscalizar a exportação de fósseis descobertos no Brasil”. Já a revista “Science” informou que os autores abordaram questões sobre a proveniência do fóssil dentro do material suplementar do artigo, o que foi considerado suficiente para a publicação do estudo. “Não temos informações sobre como foi coletado ou por quem, mas ficamos satisfeitos com as provas científicas dos autores, de que o material foi retirado de um sítio [arqueológico] brasileiro”, informou a revista por e-mail.

(Clipping - Fonte: G1)

Palestra "Crianças do Reich"

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado segunda-feira, 20 de julho de 2015 Marcadores: , 0 comentários

Palestra “CRIANÇAS DO REICH”
Informações Gerais
Ciclo de Palestras Sobre História Militar Etapa 2015 - 10 ANOS (2005-2015)  

O Que é? Palestra do Ciclo de Palestras Sobre História Militar, que acontece há uma década.
Qual é o Tema? “Crianças do Reich: Educando para o Partido, Preparando para a Guerra”. A palestra aborda a educação pelo regime nacional-socialista e suas repercussões na sociedade alemã da Segunda Guerra Mundial. Apresenta, ainda, uma rápida introdução à ascensão de Adolf Hitler ao poder e às condições da Alemanha no pré-guerra.
Quem é o Palestrante? Fabricio Gustavo Dillenburg tem formação em História, é diretor do Núcleo de Estudos de História Militar Vae Victis, Acadêmico da Federação das Academias de História Militar Terrestre do Brasil (FAHIMTB) – Cadeira nº 14, Gen Francisco de Paula Cidade – e membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS). É Delegado da Academia no RS e possui dezenas de artigos publicados. Escreveu “Kamikaze: as Invasões Mongóis e as Origens do Vento Divino”.
Quando Será? Dia 28 de julho, terça-feira, às 20h.
Onde Será? Na ACG/Casa da Juventude, em frente ao Lago Negro, em Gramado, RS.
Há Custo? Os ingressos custam R$ 15,00. Vagas limitadas a 50 ingressos.
Onde Adquiro Ingressos? No Empório Canela (Canela, próximo à “Catedral” de Pedra, Rua Felisberto Soares, 258, Centro – Telefone (54) 3031 1000); na ACG/Casa da Juventude (em Gramado, em frente ao Lago Negro, Rua 25 de Julho, 833 – Telefone (54) 3286 1811). 
A Quem se Destina? A palestra é indicada para todos aqueles que têm interesse em História (não apenas militar) ou que desejam ampliar seus conhecimentos. Não há idade referencial. Toda a palestra é ilustrada com fotografias e vídeos.

Mais Informações: Pelos telefones (54) 3286 1811 (ACG/Casa da Juventude), (54) 3031 1000 (Empório Canela) ou 54 9913 9650. Ou pelo e-mail:  nucleomilitar@gmail.com

Promoção:
Núcleo de Estudos de História Militar Vae Victis
Federação das Academias de História Militar Terrestre do Brasil (FAHIMTB – AHIMTB/RS)
Delegacia Regional AHIMTB/RS Gen Francisco de Paula Cidade
Associação Cultural Gramado / Casa da Juventude

Comemorando a Imigração

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado quarta-feira, 15 de julho de 2015 Marcadores: , , 0 comentários

A Prefeitura de Novo Hamburgo, por meio de um grupo formado pelas secretarias municipais, promove a realização dos “10 Dias de Imigração Alemã”. De 19 a 28 de julho, diversas atividades vão acontecer, com foco principal no Bairro Hamburgo Velho, local onde residiram os primeiros imigrantes no Município. A programação tem o objetivo de festejar as origens da Cidade, valorizando a cultura trazida pelos alemães.

A abertura dos “10 Dias de Imigração Alemã” ocorre no dia 19 de julho, às 10h, em Lomba Grande, junto à tradicional Festa do Colono. Neste primeiro dia de atrações, haverá almoço e show/baile na Paróquia São José (Rua João Aloysio Allgayer, 1311). “Convidamos toda a comunidade para participar. Esta é uma forma de conhecermos muito da história, nos reportarmos a memória dos antepassados que aqui viveram e comemorarmos os festejos da imigração alemã”, destaca o prefeito Luis Lauermann. 

Até o dia 28 de julho haverá eventos culturais como: Roda de Memória (ação que reúne profissionais para falarem sobre o tema proposto), City Tour (hamburguenses e visitantes podem conhecer pontos turísticos da cidade), 20VernaPraça (apresentações de dança, música, arte circense, intervenções cênicas e mostra de artes plásticas na Praça 20 de Setembro), Baile de Bandinha, Aula Pública em Hamburgo Velho (visita guiada pelos prédios históricos), Festa da Imigração Alemã (com diversas atrações culturais, praça de alimentação, jogos germânicos e baile) e o Seminário do Patrimônio Histórico (que reunirá o público interessado para discutir temas levantados após o tombamento do Centro Histórico de Hamburgo Velho pelo Governo Federal).

Detalhes sobre o evento podem ser conferidos no site www.novohamburgo.rs.gov.br. Informações pelo telefone 3593-2013 (Secretaria de Cultura).

Distinção Imigração Alemã RS 2015

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado domingo, 5 de julho de 2015 Marcadores: , , 0 comentários

Martin Dreher receberá Prêmio Distinção Imigração Alemã RS 2015 pela Região Metropolitana. A solenidade de entrega do prêmio com jantar típico está marcada para o próximo dia 18 de julho, no Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre, às 19h30min. Convites pelo tel. (51)3342.8733 ou pelo e-mail comissaoimigracaoalemars@gmail.com

Martin Norberto Dreher é natural de Montenegro/RS, onde nasceu a 10 de novembro de 1945. Seus primeiros antepassados, originários do Principado de Birkenfeld, então integrado ao Ducado de Oldenburg, chegaram ao Rio Grande do Sul em dezembro de 1825, dando origem a pequenos proprietários nas picadas, a artesãos e a navegadores fluviais nos novos centros urbanos do Rio Grande do Sul. Estiveram, assim, envolvidos na Guerra Cisplatina, na RevoluçãoFarroupilha, no Conflito Mucker e sofreram as agruras decorrentes do fato de, no aspecto religioso, serem parte do primeiro grupo de dissidentes religiosos a se fixar definitivamente no Brasil. 

Pelo lado materno, Dreher descende de imigrantes alemães originários de Württemberg e do Sarre que se estabeleceram na Província de São Paulo para atuar como pastores e professores entre alemães e suíços de fala alemã que atuavam como meeiros nas fazendas de café da região de Campinas. Uma irmã de sua bisavó foi a primeira diretora do Hospital Alemão de Porto Alegre. A história familiar, muito presente em lar humilde, o envolvimento na Comunidade Evangélica de Confissão Luterana e sua luta para reerguer a escola dos imigrantes marcaram sua formação e sua futura atividade profissional. Após estudos preparatórios em Montenegro na Escola Sinodal Progresso e no Ginásio São João Batista, dirigido por Irmãos Maristas, frequentou, em São Leopoldo, o Instituto Pré-Teológico, um curso humanístico, e a Faculdade de Teologia, hoje integrada nas Faculdades EST. Seguiu-se doutorado em Teologia, com concentração em História da Igreja, na Universidade de München, concluído em 1975. O doutorado e a posterior docência nas Faculdades EST e na Universidade do Vale do Rio dos Sinos determinaram sua carreira como professor e pesquisador, orientador, conferencista, organizador de seminários e simpósios, sem jamais deixar de atuar também como pastor da Igreja Evangélica de Confissão Luterana. De sua produção intelectual resultaram, entrementes, cinquenta livros, diversos dos quais reeditados, artigos em revistas especializadas, edições de fontes e a participação na confecção das enciclopédias Religion in GeschichteundGegenwart, ReligionPastandPresent, GermanyandtheAmericas. Culture, Politics and History e The Cambridge Dictionary of Christianity. Suas publicações e orientações acadêmicas a nível de graduação, mestrado e doutorado estão dedicadas à História da Igreja na América Latina, à História da Imigração e Colonização na América Latina e à Reforma Religiosa do Século XVI.

No que tange a sua atuação em prol da cultura alemã no Rio Grande do Sul merecem destaque suas conferências e seus estudos sobre a imigração e colonização alemãs. Elas iniciam com a publicação da tese Kirche und Deutschtum in der Entwicklung der Evangelischen Kirche Lutherischen Bekenntnisses in Brasilien (1978), com duas edições brasileiras sob o título Igreja e Germanidade. Estudo crítico da história da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, tem sequência com a publicação de diversas contribuições presentes nos Anais dos Simpósios sobre Imigração e Colonização Alemãs do Instituto Histórico de São Leopoldo e tem expressão maior nos livros Imigração Alemã no Rio Grande do Sul – Recortes, Hermann Gottlieb Dohms – Textos Escolhidos, Degredados de Mecklenburg-Schwerin e os Primórdios da Imigração Alemã no Brasil, Wilhelm Rotermund, Seu Tempo – Suas Obras, 190 Anos de Imigração Alemã no Rio Grande do Sul. Esquecimentos e Lembranças. 

Não sem importância para a cultura trazida pelos imigrantes alemães ao Rio Grande do Sul estão seus estudos sobre a religião dos imigrantes, em cujo contexto deve ser situada a edição de fontes sobre Martim Lutero e a obra recente De Luder a Lutero. Uma biografia.  No prelo encontra-se obra dedicada ao movimento Mucker e que leva por título A Religião de Jacobina.

Prêmio Brasil-Alemanha

Postado por ACG - Associação Cultural Gramado quarta-feira, 24 de junho de 2015 Marcadores: 0 comentários

O Prêmio Brasil-Alemanha de Inovação (PBAI), iniciativa da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha de São Paulo (AHK-SP), por meio de seu Departamento de Inovação e Tecnologia (DIT), visa aumentar a visibilidade e a articulação de empresas inovadoras, fomentando negócios e parcerias.

O objetivo principal do prêmio, que chega este ano a sua 3ª edição, é identificar e reconhecer produtos e processos inovadores realizados por empresas brasileiras e alemãs instaladas no Brasil, além de catalisar oportunidades que promovam a relação Brasil-Alemanha.

Os projetos serão avaliados pelo seu grau de inovação e por aspectos como ineditismo, impacto na empresa, na sociedade e no meio ambiente, assim como possíveis relações com empresas e instituições alemãs utilizadas para o seu desenvolvimento. Este ano, o prêmio conta, com duas categorias:

- Categoria Desa?o: empresas brasileiras ou alemãs instaladas no Brasil, que tenham desenvolvido projeto de inovação tecnológica, produto ou processo, voltado para geração e uso eficiente de energia. Nesta categoria, poderão se inscrever empresas de todos os portes.

- Categoria Startups e PMEs: empresas brasileiras ou alemãs instaladas no Brasil, que tenham desenvolvido projeto de inovação tecnológica, produto ou processo, cujos resultados impactaram significativamente no negócio e/ou na sociedade. Nesta categoria, poderão se inscrever somente empresas com faturamento até R$ 60 Mi.

“O Prêmio é uma iniciativa que vem deixando a sua marca como catalisadora e promotora de negócios inovadores, incentivando a inovação e o intercâmbio tecnológico e científico entre Brasil e Alemanha. Estarmos na 3ª edição do PBAI representa o sucesso dessa iniciativa. Fora a isso, a cada ano que passa, essa ação ganha mais relevância no mercado e está cada vez mais integrada com todo ecosistema da inovação no Brasil e na Alemanha”, diz  Bruno Vath Zarpellon, diretor do Departamento de Inovação e Tecnologia da AHK-SP.

O lançamento oficial do III Prêmio Brasil-Alemanha de Inovação aconteceu no dia 26 de maio durante o evento “Inovação – da ideia ao mercado”, promovido pelo Departamento de Inovação e Tecnologia.  O momento contou com a participação de Thomas Timm, vice-presidente da AHK – São Paulo; Fernando Campoi, gerente de Assuntos Corporativos e Relação com a Imprensa da Volkswagen do Brasil; Paulo Stark, presidente e CEO da Siemens no Brasil; Prof. Karlheinz Brandenburg, criador do formato MP3 da Fraunhofer IDMT, e Ralf Schweens, presidente América do Sul da BASF, os quais foram os responsáveis pelo corte da fita inaugural.  

O anúncio dos vencedores acontece no dia 12 de novembro, após o Seminário Brasil-Alemanha de Inovação. O seminário, que também chega a sua 3ª edição e é realizado tradicionalmente na mesma data, conta com apresentações de grandes executivos e representantes da esfera pública e tem como objetivo principal o intercâmbio de conhecimento e o networking diferenciado, por meio de palestras e round-tables com temas de alta relevância para a indústria brasileira.        

Além da grande visibilidade e exposição voltadas às oportunidades de parcerias e negócios, os três primeiros colocados de cada categoria no prêmio participarão com seu projeto inovador durante o evento solene de premiação, além de terem seus projetos divulgados a empresas patrocinadoras e parceiros institucionais do Departamento de Inovação e Tecnologia. Já o primeiro colocado de cada categoria serão contemplados com uma viagem à Alemanha para visitar uma feira dentro do seu segmento e realizar visitas a ICTIs (Institutos de Ciência, Tecnologia e Inovação).


As inscrições são gratuitas e vão até o dia 24 de agosto, por meio do site oficial da iniciativa www.inobrasilalemanha.com.br 

As atividades do Departamento de Inovação e Tecnologia (DIT) contam com apoio e patrocínio das empresas BASF, Bayer e Siemens.